Um velho amigo dizia: antes das onze o mundo não tem consistência.
Figura divertidíssima, ele, e saudosa também.
Faz tempo que não o vejo, talvez por conta de ser, ao contrário dele,
tão diurno, de levantar tão cedo, de não ser um habitué da noite
paulistana. Nem de noite nenhuma, aliás: passou da meia-noite, eu
passo um vale :)
Quando o dia nasce bonito como hoje fica mais fácil: você vai até a
janela você o céu colorido sobre uma cidade ainda opaca, cinzenta, a
brisa ainda fresca e sorri. Eu sorrio, ao menos.
Lá embaixo vi um pedestre e me perguntei: o que será que ele está