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Dicas para utilizar o método GTD

O "Getting Things Done" ou GTD é um sistema de produtividade pessoal criado por David Allen cujo objetivo é tirar da mente (ou memória RAM mental) de quem o usa as lembranças constantes de tarefas para poder tomar decisões de alto ní­vel criativo sobre elas, com o mí­nimo de stress. Este sistema está descrito em seu livro A arte de fazer acontecer, Editora Campus.

Esse sistema permite que até mesmo o mais desorganizado dos seres (eu por exemplo) sinta maior poder sobre as coisas que deve realizar, mesmo que não implante o sistema completamente (o que não é recomendado pelo autor). Consiste basicamente em colocar toda a tralha da sua vida em sua caixa de entrada e decidir qual será a próxima ação a ser tomada em relação a ela. (veja os princí­pios no Blog do René no Yahoo!)

Manifesto Anti-Casa-da-Sogra

Uma sombra negra paira sobre nós, suga nossas energias, nos prende a grilhões de chumbo e nos envenena a vida: são os invasores de máquinas.Eu estou cansado, todos estamos cansados, seu computador está exausto de ser violentado por mil softwares predatórios. A Microsoft não pode expiar sozinha pelo inferno do digimundo e pelos pecados de seus concorrentes. Apple, Real, Adobe, e mais um sem-fim de software houses respeitáveis aproveitam que existe um bode expiatório chamado Windows e pintam e bordam com o meu, o teu, o nosso patrimônio digital.

Tente instalar o QuickTime: o iTunes vem junto forçosamente, completando 20M de download. Instale o Real Player: um descuido e ele se espalha por todo lado. Convença um leigo de que vale a pena baixar o pesadí­ssimo Adobe Acrobat para ler o documento que você enviou. Deixe seu filho colocar em casa o CD-ROM que ele ganhou na lanchonete e prepare-se para ter seu computador praticamente seqí¼estrado.

Pior do que eles só os Gator, spy-wares e ad-wares que silenciosamente se infiltram na vida dos incautos. Um PC tí­pico vive numa quase septicemia de invasões, arrastando-se como pode até sucumbir. PC´s vivem doentes mesmo sem ví­rus algum.

Meu PC é meu. O que tem nele é meu patrimônio, é meu território, é minha vida, e exijo o mí­nimo de urbanidade e ética de qualquer um que adentre esse mundo digital onde investi tanto do meu tempo e afeto.

Meu PC não é a casa da sogra.

Quero a sua colaboração para elaborarmos em conjunto o Manifesto Anti-Casa-da-Sogra".

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