precisei ir longe para encontrar meus labirintos, a areia movediça que hoje sei estar a um tropeço de distância. precisei matar o coração de fome para descobrir meu alimento, o que me estanca a hemorragia.
isso eu digo agora, acostumado a estranheza. naquele momento não sabia nem resposta nem pergunta, e fiquei feliz que alguém, mesmo paquiderme, entendesse sem palavras.
Posted by renedepaula at janeiro 30, 2004 9:34 PMnao precisavas de correr tanto