fevereiro 21, 2006

ferro e fogo

Ao lado do volume assombroso do paquiderme tranqüilo a argola de ferro, os elos negros, a corrente sinistra eram asterisco discreto, nota de rodapé sem poesia, rima pobre para o som frio do metal grosseiro.

Diante da tranqüilidade volumosa do paquiderme assombroso um rapaz desnorteado se perguntava para onde se vai tropeçando nas próprias pernas.

Posted by renedepaula at 5:06 PM | Comments (0)