denominador comum

some todas as esperas, junte todos os silêncios, as pausas, os trechos de nada entre as coisas que contam, olhares perdidos, as expressões sem expressão e você tem a música de fundo, a trilha básica, o pulso surdo de uma cidade imensa, cidade que não tem fim, que não tem saídas, que se abre para todo lado e se dobra sobre si mesma.
estamos todos no mesmo barco.


