barroco

fica a dúvida: quem se desdobra, enfim? de perto as coisas tem curvas, dobras, se bifurcam e não há fim, há sempre um caminho novo, uma guinada, e se paramos é por cansaço, preguiça, porque nosso olho perdeu o pé, perdeu o passo e não acompanha a dança de perto.
olho bom é dançarino. o resto passa por cima.


