tem fim?

reviro minhas memórias, escancaro as portas do peito, mas o que eu busco, enfim? algo profundo, esquecido, alguma chave mística que explique o que não se entende e que abra todas as portas?
talvez nem haja fundo, talvez a chave seja a procura, talvez a busca me abra outras portas, portas que dão para portas e mil tesouros que eu nem sabia.
pelo sim, pelo não vou arranhando a superfície. não páram de surgir outras.


