bagagem

debaixo do asfalto, dos prédios, pessoas, o que havia? ainda há?
o que pro meu coração é solo não é terra, não é pedra, é destino escrito em cimento, reescrito em concreto, rasgado com máquina.
a selva de pedra se leva no peito.

debaixo do asfalto, dos prédios, pessoas, o que havia? ainda há?
o que pro meu coração é solo não é terra, não é pedra, é destino escrito em cimento, reescrito em concreto, rasgado com máquina.
a selva de pedra se leva no peito.