crônicas

ledo engano esse meu de que nós na garganta, essa lava no peito eu pudesse drenar com sangrias, desatar pelos fios da meada.
doce ilusão, doce e quente, espessa, líquida, maré alta que me vem sem avisos e que deixa para trás sargaços e conchas.
vêm pérolas, mas são raras.


