na ponta da língua

tantas sementes que espalho e nem sei que frutos dão. o gosto da minha polpa há de me explicar, um dia, o que minhas raízes tão poucas procuram tão fundo.

tantas sementes que espalho e nem sei que frutos dão. o gosto da minha polpa há de me explicar, um dia, o que minhas raízes tão poucas procuram tão fundo.