seara

fruto eu nao colho, só acolho reverente o que cai não sei bem como nessas mãos tão gratas.
eu lanço sementes, eu aro a terra, e o tempo lavra na pele as linhas do meu caminho.

fruto eu nao colho, só acolho reverente o que cai não sei bem como nessas mãos tão gratas.
eu lanço sementes, eu aro a terra, e o tempo lavra na pele as linhas do meu caminho.